Por: Sabrina Delfin
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É a cor do sangue que escorria em batalhas físicas
Deixando para trás as linhas brancas em minha pele
Do sangue que corre em busca de todas as metafísicas
Do olhar que direciono à ele
É a cor da guerra que nunca acaba
De um confronto externo e interno
Da cor que visto quando me chama de diaba
Do ódio que eu trago do inferno
Também é a cor da paixão
Para não dizer que é só coisa ruim
Como uma flor que desabrocha de um botão
De um jardim com rosas carmesim
Vermelho como seus lábios quando você canta
Da arte que brota do seu peito
Com aquela poesia sonora que me encanta
E naquela ilusão eu não vejo defeito
A cor dos meus sonhos onde você mora
Onde repouso meu lábios nos seus gentilmente
Diferente da realidade de onde você vai embora
Onde você nem existe e nem sente
Imagem: La belle dame sans merci de Frank Bernard Dicksee
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